Nossos ícones- Nina Rosa, uma vida dedicada à causa animal
- 16/08/2018
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O movimento vegano surgiu em 1944 e hoje, só no Brasil, é estimado em mais de cinco milhões de pessoas, que praticam esse estilo de vida. Mais do que não comer carne, o vegano exclui, na medida do possível, a exploração de qualquer animal. Tendo a compaixão como objetivo principal, também a defesa de uma educação humanitária somou-se a preocupação com a preservação do planeta. Essas magníficas bandeiras estão no dia a dia da nossa ícone, aqui, homenageada, Nina Rosa Jacob. Segundo a ativista, existem vários motivos para uma pessoa se tornar vegana. Mas geralmente a compaixão pelos animais é a razão principal para alguém cortar qualquer ingrediente de origem animal do prato. E muito mais do que isso: nada de roupas de couro ou produtos que fazem testes em animais. Nina Rosa Jacob vem de uma família que trabalhava com a pecuária. Em 2000, ela fundou o Instituto Nina Rosa com o objetivo de divulgar uma educação mais humanitária em relação aos animais. Ela é produtora de filmes que mostram os maus tratos contra animais na indústria e também em laboratórios. 'Assim como a gente não precisa consumir o trabalho escravo, a gente não precisa consumir a exploração animal', diz a ativista. Ela também defende a dieta vegana como forma de preservação ambiental. Um simples pedaço de bife de pouco mais de 200 gramas, por exemplo, envolve muitos danos. Tomar banhos mais curtos até ajuda a economizar água. Mas deixar de comer esse bife por apenas um dia poupa 792 litros, mais ou menos o equivalente a 16 banhos. O mesmo vale para a emissão de gases poluentes. Comer esse bife tem o mesmo impacto do que circular de carro por 240 quilômetros. Sem contar que, ao evitar o bife em apenas um dia, poupa-se mais de seis metros quadrados de áreas desmatadas.




